o poder da imagem #4




Ler imagens não é tarefa fácil!

Todos nós lemos todos os dias. Esta leitura é feita espontaneamente e não necessita da obrigatoriedade de pegar num livro ou num jornal e ler.
Quando vais na rua e vês publicidade, os pacotes do leite, cereais e afins... mesmo sem querermos, estamos constantemente a ler a informação escrita que nos rodeia. Não precisamos de nos predispor a fazê-lo, fazê-mo-lo instintivamente.

Para conseguirmos ler as letras, palavras e frases que nos rodeiam, aprendemos a ler, alfabetizado-nos. Ora se nos alfabetizamos para ler o código escrito, também precisamos nos alfabetizar para ler a imagem. A familiaridade com a imagem, em várias instâncias, é um caminho importante e nos livrará sempre de leituras ingênuas e superficiais. 

Ir a exposições, museus, observar diversas imagem, estar atento a elas, seja no jornal, numa revista, na  televisão, num outdoor, nos monumentos, num filme, num álbum de fotografias, nos desenhos animados e nos jogos de video, entre muitos outros, ajuda a formar um acervo pessoal, uma espécie de biblioteca pessoal de imagens. 

Quanto mais fizermos isso, mais ampliamos o nosso acervo pessoal, pois vamos adquirindo bagagem e ferramentas para estabelecer relações e fazer leituras criativas. 
O repertório de imagens que tu e eu temos na nossa memória está ligado às vivências, às memórias visuais, aos exercícios interpretativos que nos vão sendo exigidos ao longo da vida.


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