monstros bons ou maus?


aqui vos falei de Maurice Sendak, o "pai dos monstros"!

Já há muitos anos que estes monstros de Sendak me são bastante queridos. 

Sim, são monstros, mas são uns bons monstros. Não são monstros terrivelmente assustadores nem maus. São monstros que refletem aquilo Max - a personagem principal desta história - pensa e sente. 

Quando somos crianças, imaginamos monstros debaixo da cama, no escuro, dentro dos armários e em tantos outros locais que nos assustam. 

Normalmente imaginamos monstros maus e assustadores, monstros de todo o tipo; grandes e peludos, esguios como cobras, com vários olhos ou várias cabeças; com uma cauda pontiaguda ou garras afiadas; uns que voam e outros que rastejam. 

Todo este processo é uma projecção dos nosso medos. Medos assumidos ou mesmo medos que ainda nem percebemos que temos. 
Esses monstros existem enquanto nós precisamos que existam!


Mas quando começamos a "criar" os nossos monstros?
Quando começamos a "monstrificar" os nossos medos e a dar-lhes uma forma?
Com que idade é que os monstros aparecem nas nossas vidas?

E as vossas crianças, acreditam em monstros? 
Como os imaginam?

1 comentário:

  1. Acho que ainda acreditam (exceto a mais velha, creio), mas já não os imaginam cá em casa...

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