um pouco de história... #4


Hoje voltamos a falar um pouco sobre a história do livro infantil.

aqui falamos sobre o boom do livro infantil, em pleno século XVIII, quando surgem as primeiras obras pensadas e direccionadas para o público infantil e sobre as obras literárias que foram adaptadas para as crianças. Exemplos disso, temos "D. Quichote" de Cervantes e as "Viagens de Gulliver" de Jonathan Swiff.



"D. Quichote" e "As viagens de Gulliver" (Pinterest)


O século XVIII, cujo contexto histórico nos revela uma grande expansão da industrialização e do comércio, leva a que o livro infantil assuma características de um produto de consumo.

Contudo, a sociedade de então depara-se com um problema: o índice de alfabetização da sua população é muito baixo. 
Face a este problema, a relação dos livros com a escola é repensada e muitas publicações passam a adoptar uma postura muito mais pedagógica.

Neste contexto, e em contrapartida ao género fantasioso e romântico das fábulas, aparecem publicações com um carácter assumidamente moralista e religioso como “Songs of Innocence”, presente no “Illuminated Book” (1789) de Willian Blake. 

Ao trabalhar conjuntamente a imagem e o texto, Blake reinventa o livro, inovando-o.

"Songs of Innocence", Willian Blake



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